Inexplicável.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
Quem ama à primeira vista, trai a cada olhar. Prefiro amar a cada vista. A todo instante. Sentir a minha pele arrepiar ao ouvir sua voz e ver minuciosamente o clarão do brilho dos meus olhos ao reflexo nos seus.
Será que estou amando novamente? Por que o ritmo do meu coração está acelerado? Será que trancafiar e lutar para não sofrer novamente não foi o bastante ou será algo impossível de combater?
O problema é que esse calor que arde no meu peito é algo bom. Nunca o senti com tanta intensidade como agora. As dúvidas sobre abri-lo ou não totalmente, ficam me provocando. Uma abertura nesse coração fechado foi feita, o que será dele a partir de agora?
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Certo dia, me fizeram a seguinte pergunta: "Como você sabe quando está gostando de alguem?", e eu simplesmente respondi: "Quando você tem a certeza de que gosta muito mais da pessoa do que ela de você". E outra pergunta veio: "E como você tem essa certeza?", e a minha resposta foi: "Porque eu me sinto assim o tempo todo."
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Chuva
A chuva cai, e o cheiro de terra molhada invade meu ambiente. Eu abro a janela e vejo que há um mundo lá fora e, por mais que esteja caindo a maior tempestade, ainda consigo ver a beleza nas coisas. A beleza nas folhas das árvores dançando, a beleza das pessoas correndo da chuva para não se molhar, a beleza da água caindo com sua força magnífica. A beleza do meu mundo, que se resume à uma coisa, apenas: você.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Uma saudade imensa
Cansei de olhar para esse céu radiante e não conseguir satisfazer as lembranças da minha alma. Lembranças de sorrisos, conversas, gritos e brigas. E com isso vem a saudade.
Saudade essa que arde dentro de mim, me consome a cada instante e me deixa agonizando. Tento recorrer as lembranças, mas elas são opacas e esfumadas como as nuvens que percorrem esse imenso céu.
Um céu imenso, triste e alegre ao mesmo tempo, vivendo uma bipolaridade temporal e assim é a saudade, idêntica a esse céu.
"Quero somente satisfazer a esse desejo e nada mais."
"Quero somente satisfazer a esse desejo e nada mais."
Postado originalmente em: http://sonhadordeolhosabertos.blogspot.com/
Ps.: 2 anos de blog.
Ps.: 2 anos de blog.
No mínimo, umas 6 ou 7 provas por dia. Toda semana, praticamente. Isso no período da manhã. Sem contar que, à tarde, outras obrigações e afazeres surgem. Escola, música, apresentação de violino, preparativos para o aniversário da mãe... Milhares de coisas ao mesmo tempo, quando o que eu mais precisava era estudar muito para as provas finais! E é justamente aí que eu me pergunto: "Como é que eu arranjo tempo pra pensar em você o dia todo?" Acredite, eu consigo :)
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Eu queria que o tempo nos desse mais uma chance. E eu juro que eu a aproveitaria muito melhor. Eu diria que te amo quando eu quisesse, te abraçaria quando eu quisesse, te beijaria quando eu quisesse, te diria o quanto você é importante pra mim, quando eu quisesse. Sem me importar com nada. Porque nada mais existe para mim, a não ser você.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
E a esperança, que eu pensava que já havia perdido há tempos, voltou. Uma esperança bem pequena, mas é melhor do que nenhuma, não é? Durante aqueles míseros minutos, me senti viva. Como se nunca tivesse sido magoada, como se meu coração nunca tivesse sido despedaçado. Me senti, simplesmente... Feliz.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Acho engraçado o fato de certas coisas acontecerem quando eu menos espero. Sem pedir permissão, sem pedir licença, você invade meus sonhos e me inunda de felicidade e segurança mais uma vez, nem que seja por pouco tempo. Ok, até aí tudo bem. O problema é quando o sonho acaba. A felicidade e a segurança vão embora, para bem longe. E eu acordo com um aperto no coração, como se eu estivesse vazia. Viro para o lado, fecho meus olhos e tento voltar ao sonho, sem sucesso algum. A única coisa na qual eu obtenho sucesso é em morrer de saudades de você, dia após dia, sonho após sonho.
Mas agora, olhemos pelo lado bom.... Nos sonhos, eu te vejo perfeitamente, do jeitinho que você era quando te conheci: com todos seus traços perfeitos e aquele sorriso cativante. Pena que isso não acontece quando estou acordada. É como se estivesse esquecendo... Não consigo me lembrar tão bem de você, na minha memória. E é exatamente isso que me mata de medo. De que um dia eu acorde e não consiga mais te imaginar. Tenho medo de me tornar dependente dos meus sonhos para poder te ver [mais uma vez].
Mas agora, olhemos pelo lado bom.... Nos sonhos, eu te vejo perfeitamente, do jeitinho que você era quando te conheci: com todos seus traços perfeitos e aquele sorriso cativante. Pena que isso não acontece quando estou acordada. É como se estivesse esquecendo... Não consigo me lembrar tão bem de você, na minha memória. E é exatamente isso que me mata de medo. De que um dia eu acorde e não consiga mais te imaginar. Tenho medo de me tornar dependente dos meus sonhos para poder te ver [mais uma vez].
sábado, 30 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
O fardo
Hoje, voltando para casa, avistei uma mulher negra, de cabelos pretos e curtos, a alguns metros de mim. Ela era baixa, magra, e tinha uma aparência cansada, frágil. Porém, não parecia ser muito velha. Vestia uma bermuda desbotada preta e uma blusa branca com alguns furos. Essa mulher carregava em seus braços uma caixa, e eu deduzi que fosse uma cesta básica. E uma coisa sobre elas eu sei: são bem pesadas. Mas mesmo assim, a mulher caminhava. Ofegante, mas ainda caminhava. Em dado momento, ela olhou para trás e olhou nos meus olhos. Aí eu pude ver - e concluir - que a mulher sofria com o peso em seus braços, que estava, de fato, muito pesado.
Como eu estava somente com a minha bolsa leve e meu fichário, acabei por ultrapassá-la. Todavia, antes disso acontecer, ela parou e colocou a caixa no chão. E, com um gemido de cansaço, ela disse mais para si mesma do que para qualquer outra pessoa: "Ah, que dor na costa!", e suspirou profundamente.
De repente, antes que eu pudesse me dar conta, meus olhos estavam banhados de lágrimas. Só que não sabia mais porque chorava: se era por ter visto a pobre mulher daquele jeito, ou por não tê-la ajudado a carregar o fardo que tanto a fez sofrer.
Como eu estava somente com a minha bolsa leve e meu fichário, acabei por ultrapassá-la. Todavia, antes disso acontecer, ela parou e colocou a caixa no chão. E, com um gemido de cansaço, ela disse mais para si mesma do que para qualquer outra pessoa: "Ah, que dor na costa!", e suspirou profundamente.
De repente, antes que eu pudesse me dar conta, meus olhos estavam banhados de lágrimas. Só que não sabia mais porque chorava: se era por ter visto a pobre mulher daquele jeito, ou por não tê-la ajudado a carregar o fardo que tanto a fez sofrer.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
sábado, 9 de outubro de 2010
E eu tive vontade. Quando estávamos juntos, sozinhos, com seus braços ao meu redor. Você olhava nos meus olhos, para dentro de minha alma, enquanto eu tentava contar as cores de seus olhos, decifrá-los. E lutava contra a imensa vontade de lhe dizer o que quanto eu te amo. Orgulho? Talvez. Medo? Mas de que, exatamente? De que talvez você não sinta o mesmo por mim. Ou até sinta, mas de uma maneira menos intensa.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Interurbano
Tua calma voz, de longe,
afasta a solidão e o medo.
Através das montanhas
descubro-te em segredo.
Descubro a tua força,
a verdade de tua vida.
Reafirmo-me contigo
grande sombra recolhida.
Através das montanhas
voa tua voz em calma
o teu corpo está distante
tua alma, aqui, me espanta
de tanta solicitude.
Ah, quanto a simples ternura
de gente a gente me ajuda!
Ajuda-me tu, coração
e mão, longe, nas montanhas.
Tua voz seja bem-vinda
flor de uma terra estranha,
igreja e céu tão lindos!
Olhos azuis florindo.
[Renata Pallottini]
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Mais uma vez
Às vezes, juro que faria de tudo para que os sonhos se realizassem. Sentir aquela sensação de alívio e felicidade de novo, só que ao vivo e à cores. Poder vê-lo mais uma vez, abraçá-lo mais uma vez, vê-lo sorrir mais uma vez... Dizer que sinto sua falta [mais uma vez].
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Adeus. É a última coisa que eu me lembro. Quando você me disse que eu não era tudo, que eu não era tudo que você pensava e queria. Não sei o que fiz de errado, ou o que deixei de fazer. Fiz tudo que pude, pois sua felicidade era tudo para mim... Era a coisa mais valiosa.
Mas então, de repente, eu fiquei sozinha. Levou meu coração contigo. E, o que sobrou dele, está em mil pedaços, e eu não consigo consertá-lo, pois me falta a parte mais importante dele: você.
Os dias são uma tortura. É um desafio ficar sem você; acordar de manhã e não ver sentido em continuar viva. Não sei mais o que é viver. Eu apenas sobrevivo. Ou pelo menos, tento.
[Escrito originalmente na Oficina de Texto - setembro/2010]
Mas então, de repente, eu fiquei sozinha. Levou meu coração contigo. E, o que sobrou dele, está em mil pedaços, e eu não consigo consertá-lo, pois me falta a parte mais importante dele: você.
Os dias são uma tortura. É um desafio ficar sem você; acordar de manhã e não ver sentido em continuar viva. Não sei mais o que é viver. Eu apenas sobrevivo. Ou pelo menos, tento.
[Escrito originalmente na Oficina de Texto - setembro/2010]
sábado, 11 de setembro de 2010
Sim, eu estou com medo. Com medo do que virá ou não a seguir. Mas não podemos viver assim, com medo. Temos que aprender a enfrentá-los e, muitas vezes, a superá-los. Pois esse é um dos grandes desafios que a vida nos dá. É exatamente isso que estou fazendo: enfrentando meus medos. E é exatamente o que eu gostaria que, um dia, você aprendesse.
E aprendesse também que nem sempre ficaremos felizes, do mesmo jeito que nem sempre ficaremos tristes. Em certos momentos, ficaremos tristes, arrasados e sozinhos. Em outros, ficaremos felizes, irradiantes, transbordando felicidade por todos os lados. Mas nada é para sempre; tudo passa. Assim como a tristeza passa, às vezes a felicidade também passa. E temos que lidar com isso da melhor maneira possível.
Não me importa o quanto isso vai me doer depois, não importa mesmo. Eu só quero ser feliz agora, e quero que seja com você. Enquanto eu ainda estou aqui, do seu lado. Pronta para aceitar o momento, o agora, e pronta para a saudade que, mais tarde, apertará com muita força.
E aprendesse também que nem sempre ficaremos felizes, do mesmo jeito que nem sempre ficaremos tristes. Em certos momentos, ficaremos tristes, arrasados e sozinhos. Em outros, ficaremos felizes, irradiantes, transbordando felicidade por todos os lados. Mas nada é para sempre; tudo passa. Assim como a tristeza passa, às vezes a felicidade também passa. E temos que lidar com isso da melhor maneira possível.
Não me importa o quanto isso vai me doer depois, não importa mesmo. Eu só quero ser feliz agora, e quero que seja com você. Enquanto eu ainda estou aqui, do seu lado. Pronta para aceitar o momento, o agora, e pronta para a saudade que, mais tarde, apertará com muita força.
sábado, 28 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Eu conheço seu rosto, seus olhos e seu sorriso, mas desconheço o que há dentro de sua alma. Eu conheço seus passos, suas decisões e suas opiniões, mas desconheço os passos de seu coração. Eu conheço seu beijo, suas mãos, seu carinho, mas desconheço por onde seus lábios já caminharam. Eu conheço seus sentimentos, seus medos e seus desejos, mas desconheço os seus sentimentos por mim.
[Atividade de aquecimento - Oficina de Texto]
[Atividade de aquecimento - Oficina de Texto]
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Eu quero...
Eu quero uma praia, onde o som das ondas me traz paz, onde o pôr-do-sol alaranjado me diz que amanhã será um novo dia, e que sempre será assim. Eu quero sentir o vento no meu corpo, bagunçando meus cabelos e meus pensamentos, levando-os embora. Quero me sentir livre e ouvir o som das gaivotas sobrevoando o mar azul. Mas não quero tudo isso sozinha. Quero alguém do meu lado, para compartilhar esse momento comigo. Quero sentir suas mãos quentes afagando meu rosto e fazendo carinho em minhas mãos geladas. Quero ver o amor e a paixão nos seus lindos olhos, olhando para mim; para dentro de mim. Eu quero você. Só você. ♥
Escrito originalmente em 23/06/2010, com algumas modificações.
Escrito originalmente em 23/06/2010, com algumas modificações.
Ele
Às vezes, é fácil colocar os sentimentos em palavras. Esse não. É uma coisa diferente, uma coisa totalmente nova para mim e no meu cotidiano. Chega a ser engraçado o fato de como eu sinto falta dele quando estou sozinha, ou com qualquer outra pessoa que não seja ele. É difícil pensar em qualquer coisa que não leve meus pensamentos a ele. É como se tudo fosse "chato", como se nada fizesse sentido, como se nada tivesse graça sem ele por perto. E, quando estamos juntos, eu não me importo com mais nada, nada mesmo. Mas o que me reconforta é saber que em pouco tempo, vou vê-lo de novo, e matar as saudades em algumas míseras e insignificantes horas, mas que, pra mim, significam tudo. E eu garanto que, se a 3ª Guerra Mundial tivesse começado enquanto estávamos juntos, eu simplesmente daria de ombros e diria: "Foda-se". É.
domingo, 15 de agosto de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Porque de algum modo, uma partezinha de mim sempre esperou que talvez, de vez em quando, ou até de vez em nunca, você estivesse andando pela rua e lembrasse da minha existência sem motivos, ou simplesmente porque queria me contar uma piada. E, eu penso em você assim, do nada, enquanto estou procurando um endereço no mapa, ou as vezes esperando a torrada ficar pronta, e inevitavelmente, surge um sorriso no meu rosto ♥
[Letícia Carvalho]
[Letícia Carvalho]
domingo, 18 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Menininha
Era uma vez uma menininha, morena dos olhos verdes. E ela gostava muito de sonhar, qualquer tipo de coisa. E, um dia, ela se apaixonou por um menininho, que era seu melhor amigo há muito tempo. Mas, como o relacionamento dos dois não estava dando certo, eles se separaram por um tempo. E a menininha ficou com um buraco do tamanho do Texas no coração, pensando: "Meu Deus, o que foi que eu fiz?" Ela sentia muita falta dele, todos os dias, quase todos os minutos. Foi aí que ela percebeu que havia se arrependido de ter se afastado dele. E, depois de muito sufoco, eles voltaram, para tentar mais uma vez. Só que a menininha percebeu que algo estava diferente; muito diferente, mas não sabia o que, e nem por que. Até que ela descobriu que o amor - o amor dele por ela - estava menos intenso. Ou pelo menos parecia estar. Mas a menininha, forte como ela é (apesar de também ser muito sensível), não contou isso à ninguém. Pelo menos até alguns dias atrás, quando a menininha não aguentou e foi conversar com o seu companheiro. E contou-lhe tudo que estava sentindo naquele momento. O menininho, não exatamente com essas palavras, disse a ela que, realmente, ele não a amava como antes. Mas a menininha o ama demais para se separar dele de novo. Mesmo sabendo que o sentimento é diferente. Mesmo sabendo que ele não a ama tanto assim. Ela não é forte o suficiente para ficar longe do menininho que ela tanto ama novamente.
domingo, 27 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
You
quarta-feira, 9 de junho de 2010
É como se tudo estivesse diferente. Como se nada tivesse acontecido. Como se eu olhasse nos seus olhos, e não visse mais aquela intensa paixão que eu via antes. Como se tudo tivesse se apagado, se perdido no tempo. E eu sinto falta das pequenas coisinhas; eu nunca pensei que elas significariam tudo pra mim. E é assim que eu concluo que: tudo nessa vida muda, querendo ou não.
From Where You Are - Lifehouse ♪
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